A investigação que expôs fraudes bilionárias contra aposentados pode estar com os dias contados.
O presidente do STF, Edson Fachin, marcou para hoje o julgamento da decisão do ministro André Mendonça de prorrogar os trabalhos da CPMI do INSS no Congresso Nacional. A comissão, que investiga descontos ilegais em aposentadorias e pensões, teria seu prazo encerrado nesta semana sem a prorrogação.
Mas os bastidores já falam mais alto do que o plenário. Caciques do Centrão e integrantes da defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinho, dão como certo que o plenário do STF vai impedir a prorrogação dos trabalhos da CPMI.
Até o momento, ao menos dez pessoas foram dispensadas de comparecer à comissão por força de decisão da própria Corte — nomes considerados cruciais para a apuração sobre o esquema de descontos a aposentadorias e pensões.
De um lado, parlamentares que querem continuar investigando. Do outro, o STF que pode encerrar tudo ainda hoje.
Quem está protegendo quem nessa história — e quem está protegendo os aposentados?







